Livro Dez Campos, com ilustrações minhas!!!

 

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Na SERAFINA de ontem, “Dioguinho paz e amor”

“Dioguinho paz e amor” (reportagem de Vaguinaldo Marinheiro e fotos de Ruy Teixeira) é a manchete de uma reportagem da SERAFINA, revista-encarte mensal da Folha de São Paulo. É uma brincadeira com Diogo Mainardi (em referência explícita à alcunha de nosso último ex-presidente, por época de sua primeira campanha vencedora à Presidência da República), um dos principais detratores do PT e de Lula, em particular. Além da coluna semanal, na Veja, Dioguinho sempre que pôde (e pode) manda lá seus textos arrasando a atuação dos petistas. Chegou a escrever o livro “Lula é minha anta” (2007) pela Reccord, na verdade os mesmos textos semanais de Veja, com acréscimos e lapidação de estilo.

Afora isso, revela-se um Diogo pai que já conhecia da mesma coluna. Tem dois filhos, um dos quais com paralisia cerebral. Já havia inclusive falado sobre isso no “Manhattan Connection”, revista televisiva semanal (é comentarista do hebdomadário), hoje na Globo News, há pouco no GNT.

Tudo isso porque em anterior, em relação à religião, falamos muito de intolerância. Diogo é esse sujeito de posições de extrema-direita, que me causa tanto repúdio e ao mesmo tempo se revela um pai dedicado, amoroso. Conheço alguns companheiros de esquerda, que não têm olhos para perceber que determinadas unidades comportam múltiplos (não necessariamente contradições) desse gênero.

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Aqui no Rio

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“Viver é perigoso…”

Depois do lamentável ocorrido na semana passada, tudo é possível…


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Dos adultos

Trabalhar no magistério com alunos adultos é uma experiência que expõe o professor ao seu limite de expectativa na relação ensino/aprendizagem. As dúvidas parecem-nos inacreditáveis, a julgar aquele que se acostumou toda uma vida com a lida pedagógica com crianças e adolescentes. Leia mais ›

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O dia

A televisão acaba de anunciar. Não há mais como esconder, tudo estará acabado em aproximadamente cinqüenta minutos. Não há mais necessidade de publicidade, os principais canais estão veiculando o que querem, como querem, do jeito que querem. Mudei de canal, e lá estava minha atriz predileta, aquela gostosa fazendo sexo grupal com toda a equipe técnica e chamando um diretor, de que não me lembro o nome, de viadinho e de escroto. Leia mais ›

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Adriana Lisboa

Uma das minhas preferidas dessa geração.

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A beleza no caos

E somos a todo instante instados a perceber a beleza no caos, porque o cosmos, nosso mundo ideal, é apenas o que nos move. Em absoluto, aquilo que se nos apresenta.

Quem leu Memórias póstumas de Brás Cubas deve se lembrar da passagem – aliás muito frequentada pelos críticos e professores de Literatura – em que o narrador protagonista amofina-se com a condição de Eugênia, a jovem a um só tempo, bela e coxa. Como poderia a natureza ser capaz de produzir tamanho desequilíbrio, ou aquele “imenso escárnio”? Uma coisa é certa, não é preciso ter um espírito ímpio como o do senhor Cubas para que, pessoas comuns, formulemos pensamentos semelhantes. Por que é tão difícil admitir e administrar a dialética humana? Eis aqui um bom exercício para produzir mais e mais sinapses.
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Mais uma do Cabral


Fonte: Ricardo Gama.

Antes de Cabral, Moreira Franco. A prática de tratar o professor com violência não é nova. Independente dessa ou daquela corrente ideológica, estão de parabéns os deputados estaduais Alexandre Molon – PT, Rodrigo Dantas – Dem, e Marcelo Freixo – PSOL. Estão ao lado do movimento dos professores da rede estadual.

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Mais um estereótipo…

globo

Acrescentaria mais um estereótipo à lista da campanha Dois gritando de O Globo, publicada na edição de domingo, 20/09/2009: “Não respeita o padrão culto da língua, quando se faz necessário.”

Vejam, um dos estereótipos explorados apresenta um senão quanto ao uso esperado: “Respeita a lei desde que a lei não lhe atrapalhe.”

O verbo “atrapalhar” ainda é transitivo direto para tal uso, ali caberia: “Respeita a lei desde que a lei não o atrapalhe.”

Afora o vacilo da redação, a campanha é interessante e bem vinda!

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